Um pouco de Célio
Sejam bem vindos ao meu blog aqui pretendo colocar um pouco de minhas poesias e outras formas de arte também. Fiquem a vontade para estar comentando, seja com elogio ou como criticas.
domingo, 11 de abril de 2010
Uma nova amiga
Inspiração
Atração Noturna
Busca...
Esperanças
Destinos opostos
E observo o que passou por nos
O seu sorriso em minha vida
Falou de mais só por estar aqui
Mas não entendo porque
Teve que acontecer pra nos isso
Se tudo erra tão perfeito
Porque o destino quis nos separar
Então
Decidi escrever uma canção
Para juntar as poesias
Que já escrevi pra ti
Já não sei mais onde se encontra
Mais eu espero que possa me ouvir
Tantas distancias e barreiras
Agora a nos separar
Farei de tudo ao meu alcance
Para poder lhe encontrar
Todos os sonhos que sonhamos
Por todas as vezes que nos beijamos
Pela vida que agente teve
E a saudade causada pelo amor
Então
Decidi escrever uma canção
Para juntar as poesias
Que já escrevi pra ti
Já não sei mais onde se encontra
Mais eu espero que possa me ouvir
É realmente a saudade
Que parece me espreitar
Não posso saber o que sente
Se ainda consegue me amar
E tudo que eu digo então
Quase no fim desta canção
Quero encontrar uma razão
Para viver
Minha vida mesmo sem você!
domingo, 10 de janeiro de 2010
Redenção final
O momento me distrai
A força dos seus olhos
Impiedosamente me atrai
Perdido de amor
Em um momento sem certeza
Apenas penso
Em sua doce pureza
Amada assim te chamo
Em ti eu penso
Às possibilidades
Do que juntos seremos
Viajo nesta brisa
Chamada de paixão
Busco depois de tempestade
Chegar só seu coração
Modifico-me apenas
Por você
Mas ainda sou eu
E ainda louco pra te ter
Amada assim te chamo
E quanto a mim?
Não sou infantil!
Será que não é você
Que mais velha que é
Ainda insiste em ser?
No ritmo desta canção
Veja o que você faz
Ao meu coração
Se quando agente conversava
Ainda não teria percebido
Me torno mais maduro
Quando falo contigo
Amada assim te chamo
E você como se sente?
Será que não há certo medo
De o que aconteceria entre agente?
Amada olhe em meus olhos
Idade não é mentalidade
Amada ao menos uma vez
Você nunca sentiu nada?
Diga-me a verdade!
Amada acha que eu iria tentar
Se não fosse amor apenas trocas de olhar?
Amada me de a sua mão
Ouvira a festa feita pelos anjos
Sentira seu coração em harmonia
Paixão, incerteza, felicidade, euforia
Amada caminhe em minha direção
Se entregue aos meus braços
E então me deixe te beijar
Pois acho que nenhum de nós
Independente do que pensa
Ainda não...
Descobriu o que é amar!
Sim!
Pois não a ser humano que consiga
Definir o que é o verdadeiro amar!
Escrita por : Célio Alberto de Ávila Freitas
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Confições para 2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
Uma amiga
ESTA CARTA FOI ENTREGUE EM NOVEMBRO DO ANO PASSADO MAIS SO AGORA RESOLVI DIVULAR =d
ESCRITO POR : Célio Alberto de Ávila Freitas
PARA SUA AMIGA:Rayssa
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
As medievais terras em que estamos! (minha homenagem a turma do seundo B minha sala)
Guerreiros!
Assim nos denomino
Por tudo o que passamos
Guerreiros
Assim não desanimo
Por tudo o que sentimos
Durante esta jornada
Muitos elos nós criamos
Durante está jornada
Entre nós mesmos brigamos
Com guerreiros mais velhos
Muitos de nos aprendemos
Sendo que para alguns
Muita atenção nós não demos
Tivemos momentos incríveis
Emocionantes até indiscutíveis
Tivemos chances de nos conhecermos
Ou de brigarmos querer esquecermos
Uns e outros bem que discutiram
Mas na hora da briga fugiram
Muitas vezes não nos respeitamos
E não demos valor a quem amamos
Outras vezes fomos mal educados
E deixamos outros magoados!
Alguns de nós amadurecemos
Outros de nós nunca mudaremos!
Outros mostram seu lado de ambição
Mentindo ao seu ancião
Fizemos elos com outras nações
Entre elas nasceram paixões
Ou também seriedade
Concentração pra um trabalho de verdade!
E roubar também por que não
Se faz tudo pra ser campeão
Mas poucos dos que estão aqui
Parece que a viagem irão seguir
E o destino não parece sorrir
As novas terras parecem sumir
Mas tem chance de recuperação
Pra se unirem aos que já estão
Na futura terceira nação
E se hoje eu já estou lá
Convido quem não a lutar
Para que possamos sonhar
A está louca turma continuar!
Feita pelo poeta Célio Alberto de Ávila Freitas
Para todos os alunos do segundo colegial B
4x paixão
Por quatro olhares que havia conhecido
Com quatro duvidas então fiquei
E qual das quatro escolher não sei
Uma tem uma beleza diferente
Morena meio indígena com olhar reluzente
A segunda pele negra com um belo jeito de ser
Disse que já me quis, agora eu quero lhe ter
Outra uma vez ruiva agora morena
Sonhar com tal beleza, certamente vale a penas
E a mais recente parece ter beleza natural
Olhar em seus olhos me tira todo o mal
Durante vezes me sinto congelado
Vendo alguma delas vindo para meu lado.
Dentre esse quatro abraços sinto certa paixão
E também portais quatro um ciúme sem razão
Ao sorriso da primeira ate tira meu caminho
Fico a deriva um estranho no ninho
A voz da segunda me traz tranqüilidade
Fazendo-me esquecer, qualquer tipo de maldade
A ex-ruiva por sua vez provoca sedução
Tem um mistério próprio, ou talvez por outra razão
E a ultima com sua calma
Influencia minha alma
E em quatro duvidas fico indeciso
Pois não sei de qual das quatro eu mais preciso
E além de em quatro sorrisos pensar
Desejo quatro bocas beijar
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Fim de outra paixão
Alma partida num triste caminho
Mas uma vez me sinto sozinho
Mesmo com todo um mundo a me cercar
Sentindo uma tristeza maior que a beleza de seu doce olhar
Ave da noite, portadora da solidão
Busque minha alma, já que me coração...
Não consegue acreditar em um fator inigual
Amor verdadeiro que nunca experimentei qual
Em uma brisa suave minha alegria embarcou
Desde que seu amor para mim não se realizou
E meu coração já com tanta tristeza te dou
Espero =um dia lhe reencontrar
Seja num beco ou cemitério em que eu entrar
Mais ate lá tenho meu resplendor já fraco, mas em que devo acreditar!
Autor: Célio Alberto de Ávila Freitas
Alma partida num triste caminho
Mas uma vez me sinto sozinho
Mesmo com todo um mundo a me cercar
Sentindo uma tristeza maior que a beleza de seu doce olhar
Ave da noite, portadora da solidão
Busque minha alma, já que me coração...
Não consegue acreditar em um fator inigual
Amor verdadeiro que nunca experimentei qual
Em uma brisa suave minha alegria embarcou
Desde que seu amor para mim não se realizou
E meu coração já com tanta tristeza te dou
Espero =um dia lhe reencontrar
Seja num beco ou cemitério em que eu entrar
Mais ate lá tenho meu resplendor já fraco, mas em que devo acreditar!
Autor: Célio Alberto de Ávila Freitas
Bela inspiração
Bela inspiração que me faz compor
Quando chega perto, só consigo te olhar.
Crio toda vez o romance com mais amor
Mas basta falar comigo para eu me acanhar
Tudo em você me encanta, até mesmo seu humor
E conto os segundos para te encontrar
Quero ser seu poeta, quero ser seu cantor
Quero chegar ao lado, que poder te abraçar
Seu olhar me trás um sentimento
Forte como uma tempestade
Espero o firmamento
E volto a realidade
Fico onde você possa me ver.
Na espera que você vai ir
Mas se você passa, não consigo entender
Parece não notar e parece sorrir
Então espero outro amanhecer
Para tudo eu repetir
Preciso te merecer
Mas às vezes nem sei onde ir
De um amor, quero ter lembranças
Gravar os acontecimentos
Por ter esperanças
Adquirir conhecimentos
Logo fico lhe aguardando
E acho que você ao menos um pouco sente
E contigo vivo sonhando
Como se estivesse sempre na minha frente
Queria saber no que esta pensando
Se fala a verdade ou mente.
Pois acho que é por idade que não esta me aceitando...
E eu só sei que estou lhe amando!
Autor: Célio Alberto de Ávila Freitas
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Festa a fantasia
Cada um com a sua
Umas belas, outras engraçadas
E ate mesmo aladas
Super-heróis, princesas
Alunas, japonesas
Gótico e ate uma pirata
De alegria essa turma me mata
E em meio a felicidade
Consegui sair da realidade
Vendo essa beleza, essa verdade
Tão quão desejo isso repetir
Poder com todos me divertir
Conseguir sinceramente sorrir
Autor: Célio Alberto de Ávila Freitas
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Virginia
Estou eu maravilhado com seu olhar
Tens tamanha beleza que me faz sempre sorrir
Bela garota como poso te conquistar?
Você é alguém por quem algo desejo sentir
E quando posso conosco aproveito para sonhar
Meus sentimentos não vou omitir
Não sei se estou apaixonado, mas espero acontecer
E enquanto isso só resta dizer, não sei o que eu sinto ao lhe ver
É Virginia tanto no nome quanto em si
E eu cada vez mais fico sonhando
Enquanto isso continuo lhe vendo daqui
Meio de longe, não sei se também está me olhando
E este poema ainda bem que me lembrei de anotar
Pois comecei a nove meses e sabe que não sou de mentir
Era dia dois de dezembro no ônibus eu acabara de me sentar
E então escrevi a 1º estrofe depois de muito refletir
Não sei se você consegue nestas palavras acreditar
Mais muito longe este sentimento quer ir
Hoje são cinco de setembro e o poema continuo a escrever
Vendo este sentimento que lhe tenho apenas crescer
Ainda lembro a primeira vez que lhe vi
Pensei em conversar, mas acabei ficando lendo
E a cada vez que você passa por aqui
Em meu coração uma festa parece estar acontecendo
Então quero concluir, logo vou falar
Com palavras sinceras sem nada mais fingir
Quero a tua bela pele morena poder tocar
Levar-lhe para meu caminho seguir
E poder teus tão belos lábios com que sonho beijar
E uma bela historia passará a existir
E talvez mais certo ate que lhe conhecer
Você será minha, assim como serei seu num amor que era destinado a nascer
Autor: Célio Alberto A.F