terça-feira, 29 de dezembro de 2009

As medievais terras em que estamos! (minha homenagem a turma do seundo B minha sala)

Guerreiros!

Assim nos denomino

Por tudo o que passamos

Guerreiros

Assim não desanimo

Por tudo o que sentimos

Durante esta jornada

Muitos elos nós criamos

Durante está jornada

Entre nós mesmos brigamos

Com guerreiros mais velhos

Muitos de nos aprendemos

Sendo que para alguns

Muita atenção nós não demos

Tivemos momentos incríveis

Emocionantes até indiscutíveis

Tivemos chances de nos conhecermos

Ou de brigarmos querer esquecermos

Uns e outros bem que discutiram

Mas na hora da briga fugiram

Muitas vezes não nos respeitamos

E não demos valor a quem amamos

Outras vezes fomos mal educados

E deixamos outros magoados!

Alguns de nós amadurecemos

Outros de nós nunca mudaremos!

Outros mostram seu lado de ambição

Mentindo ao seu ancião

Fizemos elos com outras nações

Entre elas nasceram paixões

Ou também seriedade

Concentração pra um trabalho de verdade!

E roubar também por que não

Se faz tudo pra ser campeão

Mas poucos dos que estão aqui

Parece que a viagem irão seguir

E o destino não parece sorrir

As novas terras parecem sumir

Mas tem chance de recuperação

Pra se unirem aos que já estão

Na futura terceira nação

E se hoje eu já estou lá

Convido quem não a lutar

Para que possamos sonhar

A está louca turma continuar!

Feita pelo poeta Célio Alberto de Ávila Freitas

Para todos os alunos do segundo colegial B

4x paixão

Por quatro dias fiquei perdido

Por quatro olhares que havia conhecido

Com quatro duvidas então fiquei

E qual das quatro escolher não sei


Uma tem uma beleza diferente

Morena meio indígena com olhar reluzente

A segunda pele negra com um belo jeito de ser

Disse que já me quis, agora eu quero lhe ter

Outra uma vez ruiva agora morena

Sonhar com tal beleza, certamente vale a penas

E a mais recente parece ter beleza natural

Olhar em seus olhos me tira todo o mal


Durante vezes me sinto congelado

Vendo alguma delas vindo para meu lado.

Dentre esse quatro abraços sinto certa paixão

E também portais quatro um ciúme sem razão


Ao sorriso da primeira ate tira meu caminho

Fico a deriva um estranho no ninho

A voz da segunda me traz tranqüilidade

Fazendo-me esquecer, qualquer tipo de maldade

A ex-ruiva por sua vez provoca sedução

Tem um mistério próprio, ou talvez por outra razão

E a ultima com sua calma

Influencia minha alma


E em quatro duvidas fico indeciso

Pois não sei de qual das quatro eu mais preciso

E além de em quatro sorrisos pensar

Desejo quatro bocas beijar

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Fim de outra paixão


Alma partida num triste caminho
Mas uma vez me sinto sozinho
Mesmo com todo um mundo a me cercar
Sentindo uma tristeza maior que a beleza de seu doce olhar

Ave da noite, portadora da solidão
Busque minha alma, já que me coração...
Não consegue acreditar em um fator inigual
Amor verdadeiro que nunca experimentei qual

Em uma brisa suave minha alegria embarcou
Desde que seu amor para mim não se realizou
E meu coração já com tanta tristeza te dou

Espero =um dia lhe reencontrar
Seja num beco ou cemitério em que eu entrar
Mais ate lá tenho meu resplendor já fraco, mas em que devo acreditar!



Autor: Célio Alberto de Ávila Freitas

Alma partida num triste caminho
Mas uma vez me sinto sozinho
Mesmo com todo um mundo a me cercar
Sentindo uma tristeza maior que a beleza de seu doce olhar

Ave da noite, portadora da solidão
Busque minha alma, já que me coração...
Não consegue acreditar em um fator inigual
Amor verdadeiro que nunca experimentei qual

Em uma brisa suave minha alegria embarcou
Desde que seu amor para mim não se realizou
E meu coração já com tanta tristeza te dou

Espero =um dia lhe reencontrar
Seja num beco ou cemitério em que eu entrar
Mais ate lá tenho meu resplendor já fraco, mas em que devo acreditar!



Autor: Célio Alberto de Ávila Freitas

Bela inspiração


Bela inspiração que me faz compor

Quando chega perto, só consigo te olhar.

Crio toda vez o romance com mais amor

Mas basta falar comigo para eu me acanhar



Tudo em você me encanta, até mesmo seu humor

E conto os segundos para te encontrar

Quero ser seu poeta, quero ser seu cantor

Quero chegar ao lado, que poder te abraçar



Seu olhar me trás um sentimento

Forte como uma tempestade

Espero o firmamento

E volto a realidade



Fico onde você possa me ver.

Na espera que você vai ir

Mas se você passa, não consigo entender

Parece não notar e parece sorrir

Então espero outro amanhecer

Para tudo eu repetir

Preciso te merecer

Mas às vezes nem sei onde ir



De um amor, quero ter lembranças

Gravar os acontecimentos

Por ter esperanças

Adquirir conhecimentos



Logo fico lhe aguardando

E acho que você ao menos um pouco sente

E contigo vivo sonhando

Como se estivesse sempre na minha frente

Queria saber no que esta pensando

Se fala a verdade ou mente.

Pois acho que é por idade que não esta me aceitando...

E eu só sei que estou lhe amando!

Autor: Célio Alberto de Ávila Freitas

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Festa a fantasia





















Fantasias nunca vi tantas
Cada um com a sua

Umas belas, outras engraçadas
E ate mesmo aladas

Super-heróis, princesas

Alunas, japonesas

Gótico e ate uma pirata

De alegria essa turma me mata


E em meio a felicidade
Consegui sair da realidade
Vendo essa beleza, essa verdade


Tão quão desejo isso repetir
Poder com todos me divertir
Conseguir sinceramente sorrir


Autor: Célio Alberto de Ávila Freitas

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Virginia

Estou eu maravilhado com seu olhar

Tens tamanha beleza que me faz sempre sorrir

Bela garota como poso te conquistar?

Você é alguém por quem algo desejo sentir

E quando posso conosco aproveito para sonhar

Meus sentimentos não vou omitir

Não sei se estou apaixonado, mas espero acontecer

E enquanto isso só resta dizer, não sei o que eu sinto ao lhe ver


É Virginia tanto no nome quanto em si

E eu cada vez mais fico sonhando

Enquanto isso continuo lhe vendo daqui

Meio de longe, não sei se também está me olhando

E este poema ainda bem que me lembrei de anotar

Pois comecei a nove meses e sabe que não sou de mentir

Era dia dois de dezembro no ônibus eu acabara de me sentar

E então escrevi a 1º estrofe depois de muito refletir

Não sei se você consegue nestas palavras acreditar

Mais muito longe este sentimento quer ir

Hoje são cinco de setembro e o poema continuo a escrever

Vendo este sentimento que lhe tenho apenas crescer


Ainda lembro a primeira vez que lhe vi

Pensei em conversar, mas acabei ficando lendo

E a cada vez que você passa por aqui

Em meu coração uma festa parece estar acontecendo


Então quero concluir, logo vou falar

Com palavras sinceras sem nada mais fingir

Quero a tua bela pele morena poder tocar

Levar-lhe para meu caminho seguir

E poder teus tão belos lábios com que sonho beijar

E uma bela historia passará a existir

E talvez mais certo ate que lhe conhecer

Você será minha, assim como serei seu num amor que era destinado a nascer



Autor: Célio Alberto A.F