sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Festa a fantasia





















Fantasias nunca vi tantas
Cada um com a sua

Umas belas, outras engraçadas
E ate mesmo aladas

Super-heróis, princesas

Alunas, japonesas

Gótico e ate uma pirata

De alegria essa turma me mata


E em meio a felicidade
Consegui sair da realidade
Vendo essa beleza, essa verdade


Tão quão desejo isso repetir
Poder com todos me divertir
Conseguir sinceramente sorrir


Autor: Célio Alberto de Ávila Freitas

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Virginia

Estou eu maravilhado com seu olhar

Tens tamanha beleza que me faz sempre sorrir

Bela garota como poso te conquistar?

Você é alguém por quem algo desejo sentir

E quando posso conosco aproveito para sonhar

Meus sentimentos não vou omitir

Não sei se estou apaixonado, mas espero acontecer

E enquanto isso só resta dizer, não sei o que eu sinto ao lhe ver


É Virginia tanto no nome quanto em si

E eu cada vez mais fico sonhando

Enquanto isso continuo lhe vendo daqui

Meio de longe, não sei se também está me olhando

E este poema ainda bem que me lembrei de anotar

Pois comecei a nove meses e sabe que não sou de mentir

Era dia dois de dezembro no ônibus eu acabara de me sentar

E então escrevi a 1º estrofe depois de muito refletir

Não sei se você consegue nestas palavras acreditar

Mais muito longe este sentimento quer ir

Hoje são cinco de setembro e o poema continuo a escrever

Vendo este sentimento que lhe tenho apenas crescer


Ainda lembro a primeira vez que lhe vi

Pensei em conversar, mas acabei ficando lendo

E a cada vez que você passa por aqui

Em meu coração uma festa parece estar acontecendo


Então quero concluir, logo vou falar

Com palavras sinceras sem nada mais fingir

Quero a tua bela pele morena poder tocar

Levar-lhe para meu caminho seguir

E poder teus tão belos lábios com que sonho beijar

E uma bela historia passará a existir

E talvez mais certo ate que lhe conhecer

Você será minha, assim como serei seu num amor que era destinado a nascer



Autor: Célio Alberto A.F

Poeta em pedaços

Se a cada poesia que escrevo
Pudesse ver um pouco d’alma de minha amada
Talvez fosse tudo mais perfeito
Porem sou apenas um poeta apaixonado
Que novamente vê o amor dar errado
Sendo roubado mais uma vez
Tudo por uma infame...
E maldita timidez
Eis que recito meus versos
Já não por paixão, mas ódio de mim
E busco uma nova inspiração
E que espero
Não mais me apaixonar
Mas ainda sim, recitar
Por isso por ao menos por um tempo
Digo com todo certeza a mim mesmo
Acabou a razão de amar


Autor: Célio Alberto A.F.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Ao encontro de algo distante















Lua misteriosa
Em uma noite inusitada
Chega de ser receoso

Admiro o seu jeito
Apesar de não muito o entender
Mas sei que ainda a muita coisa para acontecer

Porem entre suas fases e estações
Entre suas cores e canhões
E ate entre loucuras e paixões

Continuo a lhe olhar
Desejando conhecer e visitar
Já que é tão distante da terra acho que não poderei ai morar


Autor: Célio Alberto de Ávila freitas

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Somos três !

Tais como estranhos no ninho!
Sim somos-nos os três mosqueteiros daquela região
Somos forasteiros, dois de nos há muito tempo e uma nova!
Porem vale lembrar que existem mais forasteiros
Estes, porém não são unidos A mim como vocês!
Viemos da mesma terra, podemos ser chamados de relíquias talvez
Afinal viemos de um museu!

Quando estamos juntos naquele lugar tenho impressões...
Entre elas a de que não há mais ninguém!
Pois só com vocês eu consigo me divertir.

Temos um carisma...
Que faz com que nos completemos
E assim seguimos nessa “terra sem lei”
Onde tentamos nos sentir em casa

Também é verdade que uns podem ver em nos
Não três mosqueteiros mais sim três patetas
Mas somos o que somos e não o que nos julgam .

Mas afinal não há lugar que não seja nossa casa
Por que por estarmos juntos, ficamos bem
Não importa onde estejamos

Então tenham certeza que vocês são especiais para mim
E que assim como conto com vocês contem comigo
Sempre, enquanto estivermos nessa terra...
Não só nesta parte na qual eu descrevi mas em qualquer lugar dela!


Autor: Célio Alberto de Ávila freitas

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Soneto do apaixonado tímido

Garota linda não canso de lhe ver
Seu olhar tão lindo
E sozinho contínuo indo
Sem nem seu nome conhecer

De longe fico a observar
Meu dia sem te ver sorrir
Algo tão vazio como não existir
E por timidez não consigo lhe tocar

Mas se um dia a coragem vir
Não irei nem pensar
E tudo deixara de ser apenas um olhar

E se seu olhar pudesse compreender?
Mais meu sorrisos já mostram ao lhe encontrar
O quanto desejo lhe beijar


Autor: Célio Alberto de Ávila freitas

Quando chega o amor ?














De tudo que eu posso sentir

Em qualquer lugar que posso ficar

Seguindo seja onde eu caminhar

Não quero mais permitir


Porém não consigo negar

Tão de repente você vem

Que quase escolha não se tem

Senão em suas assas voar


Mesmo sem te ver ou tocar

Não consigo deixar de acreditar

E quando o percebo não consigo disfarçar


Mas qual é seu motivo afinal

Às vezes nos faz bem, e muitas vezes mal

Porem é simplesmente amor, e não há nada a ele igual



Autor: Célio Alberto de Ávila freitas